terça-feira, 4 de junho de 2013

Para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho é válido.

Para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho é válido.”
É a imagem das últimas administrações do Rei Leão.
Sem planejamento. Sem coragem de fixar objetivos. Sempre correndo atrás dos fatos.
Incomoda ver o desperdício de talentos e esforços.
Ver bons e jovens jogadores, sonhadores e egressos da categoria de base, serem tratados sem o devido cuidado.
O pior é que a grande maioria não tem sequer uma oportunidade consistente. Lançados quando não há jogadores de fora ou quando não há dinheiro para se contratar.
Não me parece inteligente e nem competente uma diretoria que contrata mais de 50 jogadores numa temporada. Mais de quatro jogadores por posição.
Ou não entendem de futebol, ou o que é mais grave, não entendem de futebol e nem têm responsabilidade para com o clube que dizem amar. Comprometem o futuro do Rei Leão.
Tenho absoluto respeito pelas opiniões daqueles que me cercam. Sei que me querem bem. Escuto a todos. Mas na hora de decidir, esta decisão caberá a mim. Sou eu quem imagina o futuro e arcará com as consequências das decisões.
Independente da capacidade do treinador Hélio dos Anjos, que reputo um bom treinador, não é possível que seja o treinador quem faça o planejamento e diga quais jogadores ficam, vêm ou vão.
Esse papel cabe à diretoria.
Teve um treinador que passou por aqui e que declarou, no início de uma temporada, que o FEC precisava de, no mínimo, quinze contratações para se começar os trabalhos. Com o tempo se veria mais necessidades. Isso num time profissional deixa uma dúvida: é realmente um time profissional?
Digo como o ditado: “- como é que é?”
Não me parece sábio se contratar reservas de antemão. No popular, é burrice mesmo.
Se vamos contratar reservas, para que serve os amadores que são formados nas categorias de base.
Nem reservas eles têm a chance de ser.

Escrito em 31 de maio de 2013

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