“Para
quem não sabe para onde ir, qualquer caminho é válido.”
É
a imagem das últimas administrações do Rei Leão.
Sem
planejamento. Sem coragem de fixar objetivos. Sempre correndo atrás
dos fatos.
Incomoda
ver o desperdício de talentos e esforços.
Ver
bons e jovens jogadores, sonhadores e egressos da categoria de base,
serem tratados sem o devido cuidado.
O
pior é que a grande maioria não tem sequer uma oportunidade
consistente. Lançados quando não há jogadores de fora ou quando
não há dinheiro para se contratar.
Não
me parece inteligente e nem competente uma diretoria que contrata
mais de 50 jogadores numa temporada. Mais de quatro jogadores por
posição.
Ou
não entendem de futebol, ou o que é mais grave, não entendem de
futebol e nem têm responsabilidade para com o clube que dizem amar.
Comprometem o futuro do Rei Leão.
Tenho
absoluto respeito pelas opiniões daqueles que me cercam. Sei que me
querem bem. Escuto a todos. Mas na hora de decidir, esta decisão
caberá a mim. Sou eu quem imagina o futuro e arcará com as
consequências das decisões.
Independente
da capacidade do treinador Hélio dos Anjos, que reputo um bom
treinador, não é possível que seja o treinador quem faça o
planejamento e diga quais jogadores ficam, vêm ou vão.
Esse
papel cabe à diretoria.
Teve
um treinador que passou por aqui e que declarou, no início de uma
temporada, que o FEC precisava de, no mínimo, quinze contratações
para se começar os trabalhos. Com o tempo se veria mais
necessidades. Isso num time profissional deixa uma dúvida: é
realmente um time profissional?
Digo
como o ditado: “- como é que é?”
Não
me parece sábio se contratar reservas de antemão. No popular, é
burrice mesmo.
Se
vamos contratar reservas, para que serve os amadores que são
formados nas categorias de base.
Nem
reservas eles têm a chance de ser.
Escrito
em 31 de maio de 2013
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