quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Fortaleza 1 X 1 Maranguape


O Leão jogou com Deola no gol. Tinga, Genilson, Adalberto e Wanderson. Vinícius Hess, Pio, Correa e Samuel. Cassiano e Cássio.
O futebol não é uma ciência exata, sendo totalmente imprevisível.
O Leão começou o campeonato sem acertar o passo. Com treinador recém chegado e dificuldades para treinar e colocar jogadores em condições físicas de jogo. O Nedo Xavier tem passado por provações.
Ao contrário, o Maranguape tem um time de bons garotos e toca a bola com facilidade. Tem um toque de bola qualificado.
O primeiro tempo correu nesta perspectiva. O Fortaleza com dificuldades em tocar a bola tentando sempre a jogada longa em profundidade, o que irritava a torcida, pois o Maranguape retomava a bola e ficava tocando com facilidade.
A defesa não inspira confiança. Tinga e Wanderson estiveram mal. Um pouco melhor que sofrível. Genílson e Adalberto continuam mal nas bolas cruzadas. Alternam bons e maus momentos. Ambos costumam falhar e gerar lances de perigo.

Horizonte 1 X 3 Fortaleza


Foi um jogo atípico. Já classificado, o Fortaleza enfrentou um Horizonte já desclassificado, e jogou com um time alterado.
Deola no gol. Tinga fez sua estreia pela lateral direita, Lima e Max na zaga e Bruno na lateral esquerda. Meio de campo com Auremir, Dudu cearense, Éverton e Daniel Sobralense, Márcio Diogo e Cassiano no ataque.
Sobre a posição de goleiro, é sempre os extremos. Ou se destaca pelas defesas salvadores ou se destaca pelas falhas. Apesar de falhar uma única vez numa saída do gol, fica a marca, não passando confiança.
Gostei da estreia do Tinga. Mostrou disciplina defensiva, mostrando boa noção de cobertura, deficiência de muitos laterais. Apareceu constantemente como opção ofensiva. Dois senões: cruzou muitas bolas da intermediária e fez muitos cruzamentos com a bola baixa em velocidade, e não com aquela cavadinha, que mata a defesa.
Lima e Max tranquilos. Gostei mais do Max, mas parece nervoso e brusco demais para um zagueiro.
O Bruno me surpreendeu no primeiro tempo, aparecendo bem no ataque, inclusive se posicionando para finalizar em cruzamentos. Caiu muito no segundo tempo.

Fortaleza 1 X 0 Icasa


Deola, Pio, Genilson, Adalberto e Wanderson. Vinícius Hess, Correa, Everton e Samuel. Lucio Maranhão e Uílliam.
Um gol aos 40 segundos faz um jogo ficar atípico. Todo planejamento de catimba, retranca e irritação aos jogadores do Fortaleza caiu por terra.
Entrei no PV e vi apenas a bola cruzada para a complementação do Lúcio Maranhão para o gol.
Com o gol a equipe do Icasa sentiu a pancada e o jogo decorreu sem contratempos para o Leão no primeiro tempo.
Já se nota um padrão e formação tática. É um 4-4-2 sem novidades. Uma linha de zagueiros e uma segunda linha de meio de campo a frente quando se defende.
Quando ataca sempre avança um lateral, ficando o outro engatilhado para uma mudança de lado, avançando Correa pela direita e Éverton pela esquerda.
Creio que o erro seja a manutenção ou fixação do Samuel pela direita. Ele apresenta muitas dificuldades jogando pelo lado direito do campo.
O Pio, improvisado na lateral, até que buscou muito o ataque, mas parece displicente na hora de tocar a bola.
Novamente o ponto irritante foi o excesso de passes errados.
Exceto pelo lance do gol, o Uílliam, mais uma vez, desperdiçou todas as jogadas. Se o Nedo vai insistir com o Uílliam, que ele jogue pela direita, liberando o Samuel para jogar pela esquerda, porque acredito que não fará diferença para ele, que desperdiça todas as jogadas. Creio que o Samuel seja mais útil jogando pela esquerda.

O Maranhão entrou e comprovou minha tese de que ele é um jogador de pelada. Um jogador do quase: quase dribla, quase finaliza, quase joga e quase que suas jogadas têm consequências. 

River 2 X 2 Fortaleza em 18 de fevereiro de 2015


Fortaleza: Deola, Tinga, Genílson, Adalberto e Wanderson. Vinicius Hess, Pio (Auremir), Correa e Samuel. Cassiano (Maranhão) e Lucio Maranhão (Uílliam).
É o tipo de partida que nenhum torcedor gosta de se lembrar.
Um primeiro tempo tranquilo e sem ser incomodado pelo River.
Gostei da participação do Tinga no primeiro tempo, sempre se apresentando para o jogo. Genilson e Adalberto sem serem exigidos demais. Também uma boa partida do Wanderson no primeiro tempo, inclusive marcando um gol.
O campo de jogo do Albertão é tamanho máximo (105m X 75m) e com um péssimo gramado, o que dificultava o toque de bola e a condução da mesma em velocidade. Isso provocou muito desgaste físico nos jogadores.
O Leão jogava com os dois zagueiros fixos, liberando os laterais. O Vinícius Hess ficava mais na marcação, enquanto Pio e Correa tinham liberdade para atacar.
Mais a frente o Samuel tinha liberdade de movimentação, enquanto o Cassiano jogava avançado pelos lados e o Lúcio Maranhão ficava mais fixo prendendo os zagueiros.
Perfeito. Tanto é verdade que fez 2 X 0 no primeiro tempo, sem muito esforço.
Mas creio que esse foi o problema.
Com a saída do Lúcio Maranhão por contusão e a entrada do Uílliam, criou-se um obstáculo para o Leão manter a posse de bola no ataque. O Uílliam é incapaz de correr com a bola ou dominar e dar sequência às jogadas. Parece que ele não tem noção. Dar um passe é uma dificuldade. Resultado: aumentou a retomada de bola por parte do River.
Um segundo aspecto foi o comportamento de nosso treinador. Julgo que ele fez as opções equivocadas. Para mim, quem estava no banco tinha condições físicas de jogo.
O primeiro erro foi a entrada do Uilliam, que mais atrapalha do que acrescenta. Eu teria metido o Éverton pelo meio e deslocado o Samuel para jogar mais a frente com o Cassiano pela direita, afinal estávamos ganhando.

São Benedito 1 X 5 FORTALEZA


O Leão jogou com: Deola; Pio, Genilson, Adalberto, Wanderson; Correa, Vinicius Hess (Auremir), Samuel, Éverton (Dudu Cearense); Maranhão (Márcio Diogo) e Uilliam. Técnico: Nedo Xavier.
Sem muito o que falar desse jogo. O placar de 5 X 1 diz o que foi o jogo. Ainda teve bolas na trave e pênaltis não marcados. É muito fraco o São Benedito.
Estreia do Dudu cearense, mas muito fora de forma.
O Fortaleza esteve num 4-4-2 tradicional e fez os gols sem problemas, o que não vinha ocorrendo em outras partidas.
Com um ataque de Uílliam e Maranhão, não é coincidência os gols serem feitos por laterais e volantes.

Sem muito mais a dizer.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

ceará 1 X 1 Fortaleza

ceará 1 X 1 Fortaleza
O Fortaleza jogou com: Deola, Pio, Genilson, Adalberto e Wanderson. Correa, Vinicius Hess, Auremir e Samuel. Uílliam (Maranhão) e Lúcio Maranhão.
O torcedor do Leão conhece seu time. Parece que para a torcida adversária o resultado foi uma surpresa. Esperavam demais da “seleção do nordeste”.
O Leão tem sido castigado pelos “deuses do futebol”, e quase que novamente era apenado.
Talvez por ter tido um pouco mais de tempo, este foi o primeiro jogo onde o dedo do treinador se mostrou.
Nada dessa baboseira de “nó tático”, mas o Nedo Xavier organizou o time analisando suas armas e conhecendo a forma de jogar do adversário.

Fortaleza 0 X 0 Quixadá

Confesso que foi um dos jogos que mais me irritou.
Irritou pelos erros do Leão e pela importância do jogo para o FORTALEZA, que jogou com Deola no gol; Genilson, Lima (Samuel), Max Oliveira; Pio, Vinícius Hess, Correa, Éverton (Laertes), Wanderson; Cássio (Márcio Diogo) e Maranhão. Técnico: Nedo Xavier.
São dois pontos perdidos de maneira boba. Seria o jogo para garantir a vaga antecipada e ter tranquilidade.
O jogo foi o que se esperava. O Leão martelando, mas de maneira desordenada, e o Quixinha se defendendo como podia.
Vou continuar discordando dos “entendidos”, que acusam o esquema com três zagueiros de ser um esquema defensivo.
Tudo depende dos zagueiros e laterais, além da distribuição tática. Os três zagueiros podem se tornar um problema ou limitação, mas o mais importante é o comportamento do time relacionado às laterais e volantes.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Fortaleza 1 X 1 Horizonte

O Fortaleza jogou com: Deola, Aurenir, Lima, Max Oliveira e Adalberto. Pio, Correa, Éverton e Márcio Diogo, Cássio e Maranhão.
Alguns problemas ocorreram.
Começando pela lamentável partida do Auremir. Foi muito mal pela lateral direita. O Adalberto também é apenas um quebra-galho, pois não temos lateral esquerdo. Não se pode exigir demais.
O Lima também não demonstrou firmeza. Esperava mais dele. O Max esteve bem, voltando depois de longa inatividade após a fratura.
O Pio errou passes demais, irritando a torcida. O Éverton não rendeu o esperado. Não o suficiente para merecer a vaga de titular.
O Márcio Diogo não esteve bem, saindo no intervalo para a entrada do Laertes, que também não cheirou e nem fedeu.
O Éverton saiu para entrada do Samuel, que, pelo menos, dá maior velocidade ao time.
Outro de quem já desisti é o Maranhão. Cisca, corre para todo lado, mas acaba sendo improdutivo. É um jogador apenas “quase”. As jogadas normalmente terminam num "quase" e sem consequência.
Saiu para a entrada do Uilliam, onde creio que tenha sido o grande erro do Nedo Xavier.
O Leão ganhava o jogo quando, aos 30 minutos aproximadamente, o Nedo tira o Maranhão para colocar o Uilliam. Imagino que ele tenha imaginado o Uilliam voltando para marcar no meio de campo e aproveitando os contra-ataques, pois o Horizonte estava correndo atrás do empate.
Ocorre que, como já comentei, o Uilliam tem problemas sérios de relacionamento com a bola. Eles não se entendem.
O final do jogo estava assim: Pio mal e errando muitos passes; Correa já cansado; Laertes e Samuel incapazes de controlar o jogo no meio de campo; Uilliam um estrago de jogada a cada tentativa, acompanhado de perto pelo Auremir.
Acredito que em função do tempo decorrido, seria necessário fortalecer o meio de campo para os 15 minutos finais. Com certeza teria colocado o Jéferson no lugar do Maranhão e fixado o Samuel pela esquerda, aproveitando de sua velocidade.
O aperreio é apenas decorrência da incapacidade do ataque em fazer gols, ou da excepcional capacidade dos atacantes perderem gols incríveis.
Resultado: 40 minutos do segundo tempo e o Auremir perde bobamente a posse de bola. O Horizonte cobra o lateral rapidamente e cruza para a área. O Adalberto cabeceia a bola para cima tolamente e o Deola sai para esmurrar a bola, mas o faz com deficiência. O rebote é tocado pelo Horizonte para a frente da área e, sem marcação, o jogador do Horizonte faz um belo gol.

Um empate um pouco desastroso, numa partida onde o Leão perdeu inúmeras chances de marcar.

Fortaleza 3 X 2 São Benedito

O Fortaleza jogou com: Erivelton no gol. Auremir, Genilson, Lima (Bruno) e Adalberto. Pio, Correa, Everton e Samuel. Uilliam (Laertes) e Cássio.
Estreias de Éverton e Pio, além do Auremir.
Conclusão pelas três primeiras partidas: precisamos urgentemente de laterais, tando direito quanto esquerdo.
Muito mal Auremir e Hudson. Muito fraco o Bruno. O Radar é no máximo um reserva razoável
Estreia muito boa do Pio. Estreia de media para baixo do Éverton.
Muito complicada a situação do Nedo. Time sem treinar e jogadores sem condições físicas e/ou legal, jogando com muito sacrifício.
Uma coisa do Auremir me chamou atenção. Ele tem noção de cobertura na formação da defesa. Sempre que o São Benedito estava com a bola pela esquerda do Leão, ele fechava cobrindo o zagueiro e volante. Mas péssimo quando tinha a bola nos pés. Não flui uma jogada.
O Éverton mostrou potencial, mas muito mal fisicamente. Sem mobilidade e sem conseguir encontrar espaços.
O Lima muito disperso. A defesa quase compromete a vitória levando dois gols bobos.
Muitos erros de passes e gols desperdiçados.
Neste quesito o Uilliam mostrou-se um especialista. Só não senti pena porque estava com muita raiva.
Foi ridículo. Num jogo onde poderia ter sido vitorioso com uma goleada, vencemos com um gol nos acréscimos.
Não sei como, mas o Nedo precisa ter claro que o Cássio é jogador de definição. Se a jogada não fluir das laterais, o Cássio será um a menos.

O problema é fluir o jogo pelas laterais com Hudson, Aurimar, Radar e Bruno. Creio que um pouco de magia ajudaria o Nedo.

Icasa 2 X 0 Fortaleza

O Fortaleza jogou com: Deola, Auremir, Lima, Adalberto e Radar (Jéferson). Correa, Pio, Márcio Diogo e Éverton (Samuel). Cássio e Maranhão (Laertes).
É preciso deixar claro que não vi o jogo. Ouvi pelo rádio.
Pela narração e comentários, o Fortaleza não esteve de todo mal.
O que fica patente é que a defesa não passa firmeza.
Vi o lance do primeiro gol e não vi como falha ou grande erro do Deola, que fez sua estreia. Quando do cruzamento e da definição para sua intervenção, a bola toca em nossa defesa, obrigando-o a fazer um movimento de retorno, ficando desequilibrado e rebatendo, com apenas uma das mãos, a bola para frente da área. Creio que deveria haver alguém cobrindo a marca do pênalti, pois o jogador do Icasa aproveitou o rebote sem marcação. No segundo gol, o atacante se antecipou ao Auremir, que estava fechando e cobrindo a zaga, e fez o segundo gol.
Pelo tempo e pela tabela, vê-se que o Nedo está com uma bomba nas mãos.
Chegou no início de janeiro e pegou um elenco pensado pelo Marcelo Chamusca.
Fez uma semana de treino e o campeonato começa com o time jogando fora e com o time reserva. Estreia em Iguatu, a 400 km de ônibus de Fortaleza, numa quarta. Domingo joga em Fortaleza e na quarta seguinte joga em Juazeiro do Norte, a 600 km.

Quixadá 0 X 0 Fortaleza EC

Nada é resultado do acaso. Quando a regra é o improviso, a sorte é um fator essencial.
Posse de diretoria em início de temporada é um fator determinante para o desastre inicial, mas no meio de um campeonato é fator para outro tipo de desastre.
Creio que a posse deveria ser no início de dezembro, época de férias do futebol e com tempo para planejamento para o próximo ano.
Resultado do atropelo: elenco montado as pressas pelo Marcelo Chamusca, mas agora dirigido pelo Nedo Xavier.
O resultado não poderia ser diferente do péssimo futebol apresentado.
Acredito que devemos ter a obrigação da sinceridade. Culpar o campo de jogo pelo péssimo futebol é de lascar.
O time jogou com: Erivelton no gol, Lima, Genilson e Adalberto. Hudson, Correa, Jéfferson, Samuel e Bruno. Cássio e Uilliam. Entraram Romarinho, Laertes e Felipe Sertârnia. Saíram Bruno, Romarinho e Uilliam.
Não dá para falar da defesa porque o Quixadá é muito ruim, mas a participação dos alas/laterais foi algo um pouco mais que horrorosa.
Digno de elogio o comportamento profissional do volante Correa. Mesmo sem estar 100% e inicialmente não relacionado, viajou depois do elenco e jogou bem os noventa minutos, tendo em vista problemas de regularização de vários jogadores relacionados inicialmente.

Uma defesa ou outra de chutes desferidos de fora da área pelo goleiro do Quixadá. Nada mais que justifique outra linha escrita.