Nada
é resultado do acaso. Quando a regra é o improviso, a sorte é um
fator essencial.
Posse
de diretoria em início de temporada é um fator determinante para o
desastre inicial, mas no meio de um campeonato é fator para outro
tipo de desastre.
Creio
que a posse deveria ser no início
de dezembro, época de férias
do futebol e com tempo para planejamento para o próximo
ano.
Resultado
do atropelo: elenco montado as pressas pelo Marcelo Chamusca, mas
agora
dirigido
pelo Nedo Xavier.
O
resultado não poderia ser diferente do péssimo
futebol apresentado.
Acredito
que devemos ter a obrigação da sinceridade. Culpar o campo de jogo
pelo péssimo futebol é de lascar.
O
time jogou com: Erivelton no gol, Lima, Genilson e Adalberto. Hudson,
Correa, Jéfferson,
Samuel e Bruno. Cássio e Uilliam.
Entraram Romarinho, Laertes e Felipe Sertârnia. Saíram
Bruno, Romarinho e Uilliam.
Não
dá para falar da defesa porque o Quixadá é muito ruim, mas a
participação dos alas/laterais foi algo um
pouco mais
que horrorosa.
Digno
de elogio o comportamento profissional do volante Correa. Mesmo sem
estar 100% e inicialmente não relacionado, viajou depois do elenco e
jogou bem os noventa
minutos, tendo em vista problemas de regularização de vários
jogadores relacionados inicialmente.
Uma
defesa ou outra de chutes desferidos de fora da área pelo goleiro do
Quixadá. Nada mais que justifique outra linha escrita.
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