Confesso
que foi um dos jogos que mais me irritou.
Irritou
pelos erros do Leão e pela importância do jogo para o FORTALEZA,
que
jogou com Deola
no
gol;
Genilson, Lima (Samuel), Max Oliveira; Pio, Vinícius
Hess, Correa, Éverton
(Laertes), Wanderson; Cássio (Márcio Diogo) e Maranhão. Técnico:
Nedo Xavier.
São
dois pontos perdidos de maneira boba. Seria
o jogo para garantir a vaga antecipada e ter tranquilidade.
O
jogo foi o que se esperava. O Leão martelando, mas de maneira
desordenada, e o Quixinha se defendendo como podia.
Vou
continuar discordando dos “entendidos”,
que
acusam o esquema com três zagueiros de ser um
esquema defensivo.
Tudo
depende dos zagueiros e laterais, além da distribuição tática. Os
três zagueiros podem se tornar
um
problema ou limitação, mas o mais importante é o comportamento do
time relacionado às laterais e volantes.
O
Cássio sentiu a musculatura ainda no primeiro tempo. Como
são poucas as opções para o ataque, fará falta. O
Márcio Diogo aparenta capacidade individual, mas não consegue
jogar. Parece que tem algum problema psicológico ou
tático.
O
Maranhão não consegue dar consequência às jogadas. Neste jogo
perdeu chances de gols incríveis.
O
gol perdido pelo Éverton é para ficar na história.
O
Uílliam
não tinha condições de entrar em função dos desastres
das duas exibições anteriores, onde perdeu gols ridículos e fez
jogadas grotescas.
Ficamos
assim: um time superior que jogou de forma ridícula e perdeu gols de
forma tola e um time que deu “graças
a deus”
pelo empate.
Não
teria muita sugestão tática ou individual a fazer. Foi uma noite
bisonha.
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