sábado, 14 de fevereiro de 2015

Fortaleza 0 X 0 Quixadá

Confesso que foi um dos jogos que mais me irritou.
Irritou pelos erros do Leão e pela importância do jogo para o FORTALEZA, que jogou com Deola no gol; Genilson, Lima (Samuel), Max Oliveira; Pio, Vinícius Hess, Correa, Éverton (Laertes), Wanderson; Cássio (Márcio Diogo) e Maranhão. Técnico: Nedo Xavier.
São dois pontos perdidos de maneira boba. Seria o jogo para garantir a vaga antecipada e ter tranquilidade.
O jogo foi o que se esperava. O Leão martelando, mas de maneira desordenada, e o Quixinha se defendendo como podia.
Vou continuar discordando dos “entendidos”, que acusam o esquema com três zagueiros de ser um esquema defensivo.
Tudo depende dos zagueiros e laterais, além da distribuição tática. Os três zagueiros podem se tornar um problema ou limitação, mas o mais importante é o comportamento do time relacionado às laterais e volantes.
Pio, Wanderson e Éverton estiveram muito mal. Não posso dizer que não tentaram, mas as jogadas não fluíram. Muitos erros de passes. O Éverton perdeu um gol absurdo na pequena área e sem goleiro.
O Cássio sentiu a musculatura ainda no primeiro tempo. Como são poucas as opções para o ataque, fará falta. O Márcio Diogo aparenta capacidade individual, mas não consegue jogar. Parece que tem algum problema psicológico ou tático.
O Maranhão não consegue dar consequência às jogadas. Neste jogo perdeu chances de gols incríveis.
O gol perdido pelo Éverton é para ficar na história.
O Uílliam não tinha condições de entrar em função dos desastres das duas exibições anteriores, onde perdeu gols ridículos e fez jogadas grotescas.
Ficamos assim: um time superior que jogou de forma ridícula e perdeu gols de forma tola e um time que deu “graças a deus” pelo empate.

Não teria muita sugestão tática ou individual a fazer. Foi uma noite bisonha.

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