quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

River 2 X 2 Fortaleza em 18 de fevereiro de 2015


Fortaleza: Deola, Tinga, Genílson, Adalberto e Wanderson. Vinicius Hess, Pio (Auremir), Correa e Samuel. Cassiano (Maranhão) e Lucio Maranhão (Uílliam).
É o tipo de partida que nenhum torcedor gosta de se lembrar.
Um primeiro tempo tranquilo e sem ser incomodado pelo River.
Gostei da participação do Tinga no primeiro tempo, sempre se apresentando para o jogo. Genilson e Adalberto sem serem exigidos demais. Também uma boa partida do Wanderson no primeiro tempo, inclusive marcando um gol.
O campo de jogo do Albertão é tamanho máximo (105m X 75m) e com um péssimo gramado, o que dificultava o toque de bola e a condução da mesma em velocidade. Isso provocou muito desgaste físico nos jogadores.
O Leão jogava com os dois zagueiros fixos, liberando os laterais. O Vinícius Hess ficava mais na marcação, enquanto Pio e Correa tinham liberdade para atacar.
Mais a frente o Samuel tinha liberdade de movimentação, enquanto o Cassiano jogava avançado pelos lados e o Lúcio Maranhão ficava mais fixo prendendo os zagueiros.
Perfeito. Tanto é verdade que fez 2 X 0 no primeiro tempo, sem muito esforço.
Mas creio que esse foi o problema.
Com a saída do Lúcio Maranhão por contusão e a entrada do Uílliam, criou-se um obstáculo para o Leão manter a posse de bola no ataque. O Uílliam é incapaz de correr com a bola ou dominar e dar sequência às jogadas. Parece que ele não tem noção. Dar um passe é uma dificuldade. Resultado: aumentou a retomada de bola por parte do River.
Um segundo aspecto foi o comportamento de nosso treinador. Julgo que ele fez as opções equivocadas. Para mim, quem estava no banco tinha condições físicas de jogo.
O primeiro erro foi a entrada do Uilliam, que mais atrapalha do que acrescenta. Eu teria metido o Éverton pelo meio e deslocado o Samuel para jogar mais a frente com o Cassiano pela direita, afinal estávamos ganhando.
O River, até os 25 minutos do segundo tempo, já tinha feito as três alterações, todas tornando o time mais ofensivo.
O que fez nosso treinador? Isso mesmo: nada.
O jogo mudou no segundo tempo e continuamos jogando como se nada estivesse ocorrendo. Pioramos, inclusive, porque o Lúcio Maranhão fez falta e sobrou cansaço para o Correa, Pio, Samuel e Cassiano.
Aos 20 minutos do segundo tempo era iminente o gol do River.
Já que a bobagem da entrada do Uílliam foi feita, teria entrado com o Éverton no lugar do Samuel, que se tornou figura apagada em virtude do cansaço. Mesmo não estando numa boa fase, ele teria condições físicas para, durante 25 minutos, manter o Leão com a bola, o que já não acontecia com o Samuel.
Mais dez minutos e entraria com o Dudu cearense no lugar do Pio, outro sem condições físicas, buscando manter a posse de bola.
Qual a opção do Nedo: quando leva o primeiro gol coloca o Auremir no lugar do Pio. Erro. Piorou o passe e o domínio da bola. Se era para se retrancar que colocasse o Lima na zaga.
A entrada do Maranhão, em qualquer situação, é perda de tempo. Outro que mais atrapalha que ajuda.
Um empate seria bom se tivesse ocorrido em outra situação. Brigamos pela primeira vaga ou para sermos um dos três melhores segundos colocados. Não se pode perder ponto, ainda mais bobamente comoo neste jogo.

Hoje, um Castigo por não mexer no time. O erro do Nedo. foi a falta de sensibilidade da “hora” de mexer no time. Também era a hora do banco fazer a diferença. Isso pode sair caro.

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