quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

E começou o cearense para o Leão.


Fui ao PV assistir o amistoso contra o Maranguape.
Não esperava muito, mas precisava de algumas certezas.
Não acompanhei os treinamentos em 2014 por questões profissionais. Além de não ser minha profissão, trabalhava a 300 km de Fortaleza.
Uma grata surpresa o goleiro Max. Não sei sua altura, mas me pareceu seguro.
Tinha visto o Hudson em duas oportunidades entrando bem no segundo tempo pela série C. Jogou muito mal no primeiro tempo contra o Maranguape. Jogador incapaz de fazer a jogada fluir. Fica na intermediária jogando burocraticamente, além de errar muitos passes.

Resultados iguais são apenas coincidências?


Há bom tempo que não me disponha a escrever.
A não classificação e as eleições em seu segundo turno me fizeram dispersar, além de outros problemas particulares também.
Com relação a classificação, creio que dois fatores foram fundamentais.
O primeiro é inerente ao futebol e é um dos encantamentos do próprio futebol. A incerteza da vitória.
O segundo creio ter sido a incompreensão de nosso treinador Marcelo Chamusca da necessidade de alterar a forma de jogar, pela ausência de um jogador fundamental.
Não pretendo deslustrar o trabalho de nosso treinador, que fez um belo trabalho em 2014.
Em análises anteriores já falei sobre o esquema que se adequou bem ao elenco.
Grosso modo, o Leão jogava com dois zagueiros fixos, dois laterais ofensivos, um volante mais centralizado e outro mais livre. Um meia com toda liberdade e o outro pela direita, voltando na cobertura, marcando o meio de campo adversário e o lateral esquerdo. Jogava também com um centroavante e o outro atacante atuando pela esquerda, voltando também na marcação.