O
Fortaleza jogou com: Deola;
Tinga, Lima, Adalberto e
Wanderson; Correa, Vinícius
Hess
(Auremir),
Pio
(Uílliam)
e
Éverton;
Daniel Sobralense (Maranhão)
e
Lúcio
Maranhão.
De
parabéns o nosso treinador Marcelo Chamusca. Uma mudança radical em
uma semana e com os mesmos jogadores.
Tendo
em vista a situação do Dudu Cearense e do Cassiano, não tenho
nenhum reparo a fazer. Nem em relação aos nomes e nem ao papel
tático.
Os
laterais ficaram mais na marcação, ocupando o espaço pelas
laterais, sem deixar que o ceara tivesse muita liberdade de atuar
nesta parte do campo. Esse papel foi fundamental para que,
com a participação dos zagueiros, o
Leão “matasse”
o ataque do ceara.
Papeis
importantes
tiveram Pio, Vinícius e Correa, que impossibilitaram as manobras do
meio de campo adversário.
Também
foi muito importante o papel de Daniel Sobralense e Éverton. Jogando
à frente dos três volantes, participaram
efetivamente com deslocamentos, dificultando a marcação dos
volantes do ceará.
O
que fez o Chamusca? Procurou dificultar o jogo do ceará, preenchendo
o meio de campo e anulando jogadas pelas laterais do campo. Os
volantes tinham o acompanhamento do Daniel e Éverton, enquanto o
Lúcio Maranhão brigava na frente, não permitindo que os zagueiros
do ceará se juntassem aos volantes.
O
jogo do ceará não fluía, pois estava constantemente sob marcação.