segunda-feira, 9 de março de 2015

ceara 1 X 2 FORTALEZA EC


O Fortaleza jogou com: Deola; Tinga, Lima, Adalberto e Wanderson; Correa, Vinícius Hess (Auremir), Pio (Uílliam) e Éverton; Daniel Sobralense (Maranhão) e Lúcio Maranhão.
De parabéns o nosso treinador Marcelo Chamusca. Uma mudança radical em uma semana e com os mesmos jogadores.
Tendo em vista a situação do Dudu Cearense e do Cassiano, não tenho nenhum reparo a fazer. Nem em relação aos nomes e nem ao papel tático.
Os laterais ficaram mais na marcação, ocupando o espaço pelas laterais, sem deixar que o ceara tivesse muita liberdade de atuar nesta parte do campo. Esse papel foi fundamental para que, com a participação dos zagueiros, o Leão “matasse” o ataque do ceara.
Papeis importantes tiveram Pio, Vinícius e Correa, que impossibilitaram as manobras do meio de campo adversário.
Também foi muito importante o papel de Daniel Sobralense e Éverton. Jogando à frente dos três volantes, participaram efetivamente com deslocamentos, dificultando a marcação dos volantes do ceará.
O que fez o Chamusca? Procurou dificultar o jogo do ceará, preenchendo o meio de campo e anulando jogadas pelas laterais do campo. Os volantes tinham o acompanhamento do Daniel e Éverton, enquanto o Lúcio Maranhão brigava na frente, não permitindo que os zagueiros do ceará se juntassem aos volantes.
O jogo do ceará não fluía, pois estava constantemente sob marcação.

Fortaleza 2 X 0 Ríver


O Fortaleza jogou com: Deola; Tinga, Lima, Adalberto e Wanderson; Correa, Vinícius Hess (Márcio Diogo), Auremir (Maranhão); Daniel Sobralense, Samuel (Éverton); Lúcio Maranhão.
O jogo foi de um completo domínio tricolor. Podemos afirmar que, além dos dois gols marcados, outros cinco foram “perdidos”.
A volta do Chamusca foi responsável pela alegria vista na movimentação dos jogadores.
O Leão voltou a jogar com velocidade e ocupando os espaços no campo, principalmente pelas laterais. Não possuo estatísticas, mas afirmo, com certeza, que em nenhum jogo sob comando do Nedo Xavier houve tantas bolas com perigo cruzadas na área.
Tinga e Wanderson jogaram abertos e participativos no ataque. Os dois zagueiros e o volante Vinícius mais na espera. Auremir jogando de volante pela direita com liberdade para atacar e recompondo na marcação e o Correa mais centralizado. Daniel Sobralense jogando pela meia direita e Samuel mais para o ataque pela esquerda, com Lúcio Maranhão centralizado.
A entrada do Éverton melhorou a situação, pois ele joga mais embaixo, fechando o meio de campo pela esquerda, não deixando de aparecer no ataque, o que facilitou a marcação e o controle do jogo pelo meio de campo.

Fortaleza 0 X 1 ceara


Para começo de conversa, o Fortaleza jogou para não perder, o que excluía a possibilidade de ganhar.
Deola, Pio, Lima, Adalberto e Wanderson. Vinícius Hess, Correa, Dudu Cearense e Samuel. Cassiano e Lúcio Maranhão.
O Fortaleza manteve o sistema de jogo com os mesmos problemas e limitações. Ocorre que o ceara tem um time melhor que os outros e uma defesa mais bem postada.
Resultado: uma chance (mais ou menos) de gol em noventa minutos.
Deola foi bem com, pelo menos, duas boas defesas.
Pio e Wanderson não acrescentam na defesa e não fazem diferença no ataque. Além disso não conseguem ajudar no meio de campo. Resumindo, são jogadores que apenas ocupam espaços. A diferença do bom jogador é a atitude. Na bola virada errada pelo Correa o Magno Alves pressentiu. O Pio ficou só olhando.
Vinícius Hess ficou no papel de sempre. Ficava centralizado à frente da zaga. O Correa e o Dudu mais a frente. Todos fizeram bem seu papel, com o Dudu apresentando desgaste excessivo no segundo tempo.

Guarani 0 X 1 Fortaleza


O Leão jogou com Deola, Pio, Lima, Adalberto e Wanderson. Vinícius Hess, Correa, Dudu e Samuel, Cássio e Cassiano. Entraram Éverton no lugar do Samuel, Uilliam no lugar do Cassiano e Maranhão no lugar do Cássio.
O jogo foi ruim. O time do Guarani se mostrou fraco e o Leão desinteressado.
Um gol aos cinco minutos de jogo mudam a perspectiva de uma partida. A partir do gol o Leão jogou o primeiro tempo sem preocupação. Logo após o gol o Leão quase marca o segundo com o Cassiano, com a bola batendo na trave.
O Fortaleza apresenta uma incrível dificuldade em evoluir com a bola, o que ocasiona dificuldades na manutenção do controle da bola.
Parte dessa dificuldade decorre da armação e posicionamento do meio de campo. O Samuel não é o jogador mais indicado para fazer o papel de articulador. É um jogador que corre demais com a bola, além de se posicionar muito a frente da linha da bola, causando um hiato entre os três volantes e os atacantes.