Para
começo de conversa, o Fortaleza jogou para não perder, o que
excluía
a possibilidade de ganhar.
Deola,
Pio, Lima, Adalberto e Wanderson. Vinícius Hess, Correa, Dudu
Cearense e Samuel. Cassiano e Lúcio Maranhão.
O
Fortaleza manteve o sistema de jogo com os mesmos problemas e
limitações.
Ocorre que o ceara tem um time melhor que os outros e uma defesa mais
bem postada.
Resultado:
uma chance (mais
ou menos)
de gol em noventa minutos.
Deola
foi bem com,
pelo menos, duas
boas defesas.
Pio
e Wanderson não acrescentam na defesa e não fazem diferença no
ataque. Além disso não conseguem ajudar no meio de campo.
Resumindo, são jogadores que apenas ocupam espaços. A diferença do
bom jogador é a atitude. Na bola virada errada pelo Correa o Magno
Alves pressentiu. O Pio ficou só olhando.
Vinícius
Hess ficou no papel de sempre. Ficava centralizado à frente da zaga.
O Correa e o Dudu mais a frente. Todos fizeram bem seu papel, com o
Dudu apresentando desgaste excessivo no segundo tempo.
O
Cassiano sentiu o músculo da coxa ainda no primeiro tempo, saindo
para entrada
do
Uílliam. Vou repetir minha opinião. O Uílliam deveria buscar outra
profissão. Atacante que não sabe dominar uma bola, dar um passe ou
um
drible, além
de
finalizar
mal, não pode ser motivo de análise.
Questão
de ponto de vista. Havia uma perda na ocupação do campo e controle
da bola. Ou seja, o ceara mandava no jogo.
A
entrada do Auremir no lugar do Dudu apenas mantinha o sonho de não
perder, nunca uma determinação em ganhar.
Começa
errado com a escalação
do Samuel, passando por não
levar um volante canhoto, que creio apenas por birra.
Um
comandante que não tem a aceitação dos comandados não vai para
canto nenhum. Sem ver os treinamentos, creio que metade do elenco não
estava satisfeito com a forma de comandar do Nedo, nem com suas
opções e escalações.
Hudson,
Max Oliveira, Dudu Cearense, Éverton e Jeferson são jogadores que
não se sentiam a vontade com o Nedo.
Meu
time teria sido: Deola, Tinga, Genilson, Max Oliveira e Wanderson.
Vinícius Hess, Correa, Éverton e Daniel Sobralense. Cassiano e
Lúcio Maranhão.
O
time entrou mal escalado, dentro do meu
ponto
de vista. Mas pelo jogo, teria agido diferente.
Não
teria entrado com o Uílliam no lugar do Cassiano. Acreditando que o
Daniel Sobralense teria condições de jogo para 90 minutos, teria
entrado com ele no lugar do Cassiano. Ou teria entrado com o Éverton,
posicionando o Samuel pela direita.
Claro
que se o Jéferson
estivesse no banco, entraria no lugar do Dudu Cearense, mantendo o
Correa mais pela direita.
De
resto, fazia tempo que não via um time tão desfibrado. A última
foi com o Hélio dos Anjos em 2013.
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