segunda-feira, 9 de março de 2015

Fortaleza 0 X 1 ceara


Para começo de conversa, o Fortaleza jogou para não perder, o que excluía a possibilidade de ganhar.
Deola, Pio, Lima, Adalberto e Wanderson. Vinícius Hess, Correa, Dudu Cearense e Samuel. Cassiano e Lúcio Maranhão.
O Fortaleza manteve o sistema de jogo com os mesmos problemas e limitações. Ocorre que o ceara tem um time melhor que os outros e uma defesa mais bem postada.
Resultado: uma chance (mais ou menos) de gol em noventa minutos.
Deola foi bem com, pelo menos, duas boas defesas.
Pio e Wanderson não acrescentam na defesa e não fazem diferença no ataque. Além disso não conseguem ajudar no meio de campo. Resumindo, são jogadores que apenas ocupam espaços. A diferença do bom jogador é a atitude. Na bola virada errada pelo Correa o Magno Alves pressentiu. O Pio ficou só olhando.
Vinícius Hess ficou no papel de sempre. Ficava centralizado à frente da zaga. O Correa e o Dudu mais a frente. Todos fizeram bem seu papel, com o Dudu apresentando desgaste excessivo no segundo tempo.
O Cassiano sentiu o músculo da coxa ainda no primeiro tempo, saindo para entrada do Uílliam. Vou repetir minha opinião. O Uílliam deveria buscar outra profissão. Atacante que não sabe dominar uma bola, dar um passe ou um drible, além de finalizar mal, não pode ser motivo de análise.
Questão de ponto de vista. Havia uma perda na ocupação do campo e controle da bola. Ou seja, o ceara mandava no jogo.
A entrada do Auremir no lugar do Dudu apenas mantinha o sonho de não perder, nunca uma determinação em ganhar.
Começa errado com a escalação do Samuel, passando por não levar um volante canhoto, que creio apenas por birra.
Um comandante que não tem a aceitação dos comandados não vai para canto nenhum. Sem ver os treinamentos, creio que metade do elenco não estava satisfeito com a forma de comandar do Nedo, nem com suas opções e escalações.
Hudson, Max Oliveira, Dudu Cearense, Éverton e Jeferson são jogadores que não se sentiam a vontade com o Nedo.
Meu time teria sido: Deola, Tinga, Genilson, Max Oliveira e Wanderson. Vinícius Hess, Correa, Éverton e Daniel Sobralense. Cassiano e Lúcio Maranhão.
O time entrou mal escalado, dentro do meu ponto de vista. Mas pelo jogo, teria agido diferente.
Não teria entrado com o Uílliam no lugar do Cassiano. Acreditando que o Daniel Sobralense teria condições de jogo para 90 minutos, teria entrado com ele no lugar do Cassiano. Ou teria entrado com o Éverton, posicionando o Samuel pela direita.
Claro que se o Jéferson estivesse no banco, entraria no lugar do Dudu Cearense, mantendo o Correa mais pela direita.

De resto, fazia tempo que não via um time tão desfibrado. A última foi com o Hélio dos Anjos em 2013.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por contribuir com seu comentário. O mesmo será liberado após a moderação.