O
Fortaleza jogou com: Deola;
Tinga, Lima, Adalberto e
Wanderson; Correa, Vinícius
Hess
(Márcio
Diogo), Auremir (Maranhão); Daniel Sobralense, Samuel (Éverton);
Lúcio
Maranhão.
O
jogo foi de um completo domínio tricolor. Podemos afirmar que, além
dos dois gols marcados, outros cinco foram “perdidos”.
A
volta do Chamusca foi responsável pela alegria vista na movimentação
dos jogadores.
O
Leão voltou a jogar com velocidade e ocupando os espaços no campo,
principalmente pelas laterais. Não possuo estatísticas, mas afirmo,
com certeza, que em nenhum jogo sob comando do Nedo Xavier houve
tantas bolas com perigo cruzadas na área.
Tinga
e Wanderson jogaram abertos e participativos no ataque. Os dois
zagueiros e o volante Vinícius
mais
na espera. Auremir
jogando de volante pela direita com liberdade para atacar e recompondo na marcação e o Correa
mais centralizado. Daniel Sobralense jogando pela meia direita e
Samuel mais para o ataque pela esquerda, com Lúcio Maranhão
centralizado.
A entrada do Éverton melhorou a situação, pois ele joga mais embaixo, fechando o meio de campo pela esquerda, não deixando de aparecer no ataque, o que facilitou a marcação e o controle do jogo pelo meio de campo.
E
isso
foi o resultado do trabalho do Chamusca.
E
foram muitos os gols perdidos. E gols com arremates da pequena área.
Além
de disso tudo, o Leão Acabou favorecido pela contusão do Samuel. O
papel do Samuel é mais ofensivo. Ele tem dificuldades em jogar na
marcação, ao contrário do Éverton, que entrou em seu lugar.
Ainda
vejo deficiências e limitações em nossos laterais. Gostei demais
da participação do Daniel Sobralense, movimentando-se bastante e
aparecendo para o jogo.
Não
vou repetir minha opinião sobre o Maranhão.
Não
consigo entender o Márcio Diogo. Entrou bem, ocupando espaços pelos
lados do campo, mas não se torna efetivo. Tentou muito passes de
primeira e errou quase sempre.
Foi
um sofrimento. Depois de tantos gols perdidos fazer o primeiro aos 40
minutos do segundo tempo foi um castigo desnecessário à torcida.
Ainda teve um gol mal anulado e o segundo gol.
Mas
valeu pelo que representou a volta do Marcelo Chamusca e a alegria
que ele trouxe para a forma de o time jogar. Chegou no domingo, fez
um treino na segunda e uma metamorfose na terça.
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