Como
não acredito em bom senso, partindo da atual diretoria do FEC,
fiquei surpreso desse último ataque de bom senso.
O
contrato de exclusividade com o Castelão não traria nenhuma
vantagem para o torcedor tricolor e traria pouquíssimo ganho para o
Rei Leão.
Filosoficamente,
não vejo com bons olhos a dependência da vontade de terceiros. Não
gosto de me tornar escravo, exceto de minha vontade.
Depender
de governantes e de seus mandados não é uma boa alternativa.
Vislumbro
uma chance de independência se houver seriedade e compromisso. Seria
um tempo de sacrifícios, mas acredito que valha a pena num médio
prazo.
O
Rei Leão possui hoje um imóvel muito valorizado. O terreno do
Alcides Santos é hoje uma área privilegiada em Fortaleza para a
construção civil.
Acredito
que uma equipe de tricolores que gerasse confiança na torcida e
independente desta diretoria e dos grupos e alas que pululam pelas
bandas do PICI, seria possível se construir um sonho.
Um
grupo tipo Ribamar Bezerra, Manoel Guimarães, Geraldo Luciano, Jorge
Mota, Stélio Mendonça Jr. e outros empresários, principalmente do
ramo da construção civil e administradores.
Vender
o espaço hoje ocupado pelo Alcides Santos. Comprar um terreno na
área metropolitana, tipo José Walter, Mecejana, BR 116, Siqueira ou
Bom Jardim.
Com
a diferença de preço, construir a base de uma estrutura que seria
nosso futuro estádio.
Um
estádio com lojas que seriam alugadas para pagamento da manutenção
do estádio e estacionamento.
Um
estádio simples e despojado para 30 mil torcedores inicialmente.
Praticamente 40 batentes de arquibancada dariam para acomodar 24000
torcedores. Apenas cimento.
Pensem
no projeto. Se assim for possível, assinem a exclusividade com o
Castelão e garantam pelo menos R$ 100.000,00 mensais para as obras.
São R$ 7,2 milhões em seis anos garantidos.
Planejem,
projetem e, principalmente, sonhem. Sonhem um sonho possível que a
torcida sonha junto.
Temos
um CT para treinar. Temos um CT para criarmos nossos jogadores.
Teríamos um estádio em oito anos.
Só
é possível com seriedade e confiança.
Escrito
em 31 de maio de 2013
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