segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Um pouco de política além do futebol

Um pouco de política além do futebol

Gosto de falar sobre o futebol, mas há muita coisa que também deve ser refletida
Começando pelo futebol.
Claro que o FEC está bem. Está tranquilo. Mas não pode se acomodar e nem relaxar. Alguns jogos precisam ser vencidos, quando por nada, pelo menos para não dar chance aos adversários.
Os jogos contra o Treze e o Botafogo foram desse naipe. Era necessário ter vencido. Teve-se a chance de vencer em ambos os jogos, mas não houve a concentração e o compromisso suficiente.
Isso é ruim. O principal será vencermos o primeiro cruzamento e para isso será necessário muita concentração e compromisso.
Falando agora de política, fico impressionado com o amadorismo de alguns “profissionais” da política.
Creio que o senador Eunício, depois de ter dado um traço nos Ferreira Gomes, acabou simulando falta e caindo sozinho.
Primeiro, forçou o grupo do governador a apoiar um nome de fora do grupo, de forma a manter um pouco de poder.
Depois evitou o lançamento do nome do Ciro ou do próprio Cid ao senado, obrigando o governador a permanecer no cargo. Se não me engano, tem em suas mãos os cargos de vice-prefeito e vice-governador.
Depois de conseguir isso, jogou fora sua chance de ganhar a eleição se aliando com quem nada mais tem a oferecer.
Poderia ter se juntado ao ex-governador Lúcio Alcântara e ao grupo do prefeito de Maracanau (Roberto Pessoa). Teria, com certeza, atraído a simpatia do grupo PTista que não concorda com o alinhamento do PT com os Ferreira Gomes, e forçaria a campanha da Dilma a repensar a participação dela na campanha.
Mas não, que faz o senador: se junta com um finado e, provavelmente, fará uma ressurreição politica, sendo pior porque será por oito longos e tenebrosos anos.
Claro que todos os PTistas votarão no Camilo Santana porque, mesmo que seja apenas formalmente, é PTista.
Será obrigado a dar palanque ao Aécio Neves, o que não será bom para nenhum candidato. Não poderá subir no palanque Ptista porque apoia o Tasso.
Não terá palanque da Dilma e do Lula, sempre um bom cabo eleitoral.
Não como gostaria o governador, mas o candidato a governador será do PT e o candidato a senador será o fraquíssimo Mauro Filho (nem sei por qual partido, pois isso não é importante), que não será páreo para o ex-governador Tasso.
Depois dessa decisão de se juntar com Aécio e Tasso, com certeza meu voto será do Camilo, pois não posso deixar uma pessoa que pensa “atravessado” assim possa chegar ao governo.
Para o senado deverá ser nulo, pois não tenho opção séria.
Não é torcida, mas creio que o Camilo Santana será o próximo governador e o Tasso se elegerá senador.

Triste para o senado.

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