CRAC
0 X 0 Fortaleza
Acredito
que o Fortaleza tenha se surpreendido com a velocidade e intensidade
do jogo praticado pelo CRAC no primeiro tempo.
Não
sei se alguma ressaca emocional do time ou se o campo era de
dimensões menores, mas o Fortaleza não se encontrou.
Marcelinho
num dia horroroso. Não acertava um passe. Não acertava um drible.
Não acertava nada.
Muito
mal o Robert.
Apesar
de uma falha, o Genilson esteve bem, mas o grupo parece que sentiu a
contusão do Eduardo Luiz. Muito bem o Max.
Não
creio que tenha havido maldade do jogador do CRAC, mas é o tipo de
jogada que um jogador experiente não passaria. Excesso de força e
vontade poderiam ter ocasionado uma contusão mais grave.
Um
primeiro tempo burocrático do Cametá e Radar.
Em
resumo: o Fortaleza não jogou no primeiro tempo.
Para
mim o detalhe negativo foi o Davidson. Mostrou-se um jogador sem
consequência. Consegue aparecer para o jogo, mas não consegue fazer
a jogada evoluir. Foi a estreia, mas não foi legal.
A
péssima partida do Marcelinho, a apatia do Robert e a falta de
consequência na jogada por parte do Davidson, praticamente reduziram
as ações do Fortaleza a marcação.
No
segundo tempo o Fortaleza voltou melhor. Mais organizado e tentando
controlar o jogo.
As
entradas de Waldison e Fernandinho, combinado com um reposicionamento
do Cametá alteraram o jogo do Leão.
Além
do jogo fluir melhor, o Waldison mostrou-se mais ativo e incisivo nas
puxadas de bolas pela esquerda, favorecido pela presença mais
incisiva do Fernandinho pela esquerda e Cametá pela direita.
Claramente
o CRAC sentiu o cansaço pela correria do primeiro tempo e o meio de
campo arriou as baterias.
Era
uma hora boa para o Leão quando o Max se machuca e quase tem uma
fratura mais séria na perna (na realidade constatou-se a fratura). O
time sentiu novamente.
Voltou
a recuar para manter o empate e alguns jogadores mostraram cansaço.
O
empate não foi de todo ruim. Temos um time superior.
Talvez
seja a hora do Chamusca repensar o ataque. De repente um descanso
para o Robert com as entradas do Waldison e Patrick. Talvez num
segundo tempo se testasse essa opção. O Waldison mais centralizado
e o Patrick forçando jogadas de velocidade pelos lados do campo.
PS:
escrito em maio de 2014
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