Treze
1 X 1 Fortaleza
Foi
um jogo não tão difícil de ganhar.
Chato
dizer que foi fácil.
Além
de fraco tecnicamente, o Treze foi um time que promoveu estreias em
massa e não pode ser classificado como entrosado.
Continuo
não aceitando a tese de que time ofensivo é um time que joga com
três ou quatro atacantes. Graças
à incompetência
do Treze saímos
de campo com um empate. Duas vitórias e dois empates fora de casa. É
um bom começo. Mas
precisamos ganhar em casa sempre.
No
primeiro tempo via-se um grande espaço entre o meio de campo e o
ataque, principalmente pela direita. Uma verdadeira avenida não
explorada pelo Cametá. O problema é que quando ele tentou ir, a
cobertura foi deficiente. Assim nasceu o pênalti.
Confesso
não entender a insistência com o Davidson. É um jogador que não
consegue consequência em nenhuma jogada. Não compõe o meio de
campo, não ajuda na marcação e atrapalha o ataque. Sei que é um
ser humano e jogador profissional e que não tem culpa por ter sido
contratado, mas ser escalado é dose.
O
jogo foi tão chocho que o Ricardo praticamente não participou. Sua
participação resumiu-se a reposição de tiro de meta e bolas
cruzadas, sem perigo.
O
Fernandinho e o Cametá, principalmente o último, sofreram com a
fragilidade da cobertura, mas fizeram uma boa partida.
A
zaga andou dando algumas cabeçadas, mas também esteve bem.
O
Guto tem sido uma grata surpresa. Tem feito boas partidas, desarmando
e aparecendo para o jogo. Volta e meia tem umas recaídas, como o
pênalti
cometido e algumas jogadas infantis, com reclamações e erros de
cobertura, mas apresenta muito potencial. Neste jogo quase marca um
gol.
Eu
sendo diretor, já estaria conversando com a perspectiva de renovação
de contrato por mais uma ou duas temporadas.
O
Walfrido
muito bem como segundo volante, atuando prioritariamente pela
esquerda, ocupando espaços e
variando como meia.
Mal
o Paraíba
no primeiro tempo. Melhorou no segundo, mas não o suficiente. Parece
que a parceria do Edinho pela direita fez falta. O Edinho faz falta.
Teve o agravamento de tentar jogadas individuais desnecessárias, na
hora e lugar errado.
O
Robert fez seu papel. Fez o gol. Sempre que tentou sair da área e
participar do jogo não foi bem.
O
Waldison esteve bem até o gol do Treze. Deu uma sumida e voltou bem
no segundo tempo. Tem sido um dos melhores e mais eficientes
atacantes.
Não
posso analisar a participação do Davidson porque não compreendi
sua função tática. Sua participação resumiu-se a jogadas
inconsequentes.
Creio
que o Leão começou errado. Havia fragilidade no meio de campo, logo
a
frente dos volantes. Não era um meio de campo compacto.
Foi
oferecido um grande espaço pela meia direita e que não foi
aproveitado, melhorando no segundo tempo com uma participação mais
efetiva do Marcelinho Paraíba por lá.
Entendo
que o Correa voltava
de contusão e o Walfrido não apresenta o mesmo futebol pela
direita, mas teria começado com o Leandro e o Guto fechando o meio,
formando uma linha a frente com Cametá, Paraíba,
Walfrido e Fernandinho.
Essa
formação permitiria que o Robert se fixasse na área, com o
Waldison se alternando pelos lados
do campo.
Até
poderíamos
jogar com três atacantes, mas existe uma função defensiva e eles
precisam
ser efetivos nisso. Cercar volantes e laterais é uma delas.
O
mal posicionamento fez com que retomássemos poucos rebotes
ofensivos, sempre sendo vítimas
de contra-ataques.
Teria
voltado no
intervalo com o Correa
no lugar do Davidson, formando a linha que já citei.
Mas
o empate não foi de todo um mal negócio. É importante somar pontos
e, principalmente, compactar e mecanizar o time, independente das
peças, como era até um dia desses, durante o cearense.
PS: Partida ocorrida em 17/07/2014
PS: Partida ocorrida em 17/07/2014
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