Fui ontem ao Alcides Santos. É sempre bom estar no estádio e ver o jogo com toda sua vibração, mesmo não tendo direito de ver a repetição das jogadas por todos os ângulos.
Continuo satisfeito com nosso time, apesar de defender que não existe time perfeito e acabado, sendo sempre desejável, possível e necessário inserções ou enxertos no time.
O dilema é contratar o que necessário dentro das possibilidades, sem comprometer o grupo ou as finanças.
Não se contrata para motivar torcida. Se contrata para fazer o grupo crescer.
Com relação ao jogo, o gramado ficou muito comprometido por conta das chuvas caídas durante o dia.
Como não há drenagem, o gramado ficou muito brejado, dificultando a vida dos jogadores.
Quando entrei o placar já estava de 2 X 0 para o Leão.
Não houve muitas chances para o Quixadá. O Leão marcou em cima, pressionando a saída do Quixadá.
Boa troca de passes com boa participação dos atacantes e laterais.
Também gostei da participação dos dois volantes, havendo uma interessante alternância entre o Guto e o
Walfrido. Muito boa a participação do Guto. Acredito difícil a entrada do Correa.
Gostei do posicionamento do Waldison voltando no auxílio à marcação pela esquerda e outras vezes ocupando o ataque pela direita. Essa visão de grupo é fundamental.
Dois senões.
O primeiro, por ocasião do segundo gol do Quixinha. Os volantes e a zaga não tem direito a desatenções.
Não lembro se o Radar estava no interior da área na cobertura do quarto zagueiro, mas o gol ocorreu após disputa pelo alto de cruzamento que veio da esquerda. Sobrou para o lateral direito do Quixadá sozinho entrar e fuzilar. Erro de cobertura.
Outro erro grande foi o contra ataque. Lembrou muito o jogo contra o Sampaio Correia. O Quixadá avançou os laterais e o meio de campo, ficando com três zagueiros atrás rebatendo as bolas. Ficou uma correria maluca e desordenada.
Contra-ataque deve ser treinado. No segundo tempo houve muito espaço e muita correria com a bola e lançamento longo por causa dos espaços oferecidos pelo Quixadá. Talvez fosse interessante avançar com cautela, tocando a bola e forçando o Quixadá a se posicionar na defesa, de forma a cansá-lo, evitando a correria com o tudo ou nada adotado pelo Quixadá. Era hora de cadenciar o jogo ou ser eficiente nos contra-ataques.
No mais, apenas pequenos sustos e erros individuais, em sua grande maioria ocasionados pelo estado do gramado.
Continua muito ruim a situação da defesa nos escanteios e o pequeno aproveitamento pelo ataque com as bolas alçadas na área adversária.
Escrito em 31/01/2014.
Escrito em 31/01/2014.
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