Maranguape
0 X 5 FortalezaEC
O
Leão jogou com: Deola; Tinga, Genilson, Adalberto, Bruno; Correa
(Dudu Cearense), Auremir, Maranhão (Cassiano), Samuel; Éverton
(Pio) e Lúcio
Maranhão. Técnico: Marcelo Chamusca.
Não
diria que tecnicamente o jogo foi um primor, mas a torcida do Leão
adorou.
Uma
coisa chama atenção no trabalho do Chamusca: o time tem uma forma
de jogar. O que me incomoda é que é uma forma apenas.
Quando
ele tem o elenco a disposição, o time joga que dá
gosto. Quando um ou dois jogadores não podem atuar, ele insiste em
colocar jogadores que não se adaptam às funções estabelecidas.
E
isso invariavelmente dá errado.
O
Maranguape deu espaços
e o Leão não
se fez de rogado.
O
Éverton fez a festa. Jogou a frente dos volantes pela esquerda e,
sem marcação deitou
e rolou.
Fez
três gols e articulou. Ocupou o espaço entre o lateral Bruno e o
peso do time, que ficou pela direita, com Correa, Aurimar e Tinga.
Ficou um corredor e ele aproveitou. Fez sua melhor partida.
O
Maranhão é um jogador que precisa de ajuda. É preciso que tenha um
tratamento especial. Precisa de alguém que trabalhe os fundamentos.
Ele não
tem noção de espaço e velocidade. Não sabe para onde se deslocar,
não sabe chutar, não
sabe dominar uma bola e nem jogar com a bola em movimento.
Fez
o gol porque errou o chute.
Tenho
reconsiderado meus conceitos com o Auremir. Ele tem boa noção
tática. não
tem futebol. Consegue ser razoável e útil porque alia o esforço
físico com essa
noção de ocupação de espaço. É
péssimo na saída para o jogo.
Que
dizer mais de um placar de 5 X 0 e um
outro
tanto de chances perdidas?
Destacar
a tranquilidade passada ao elenco pelo treinador, que vem com
100% de aproveitamento.
Como
entrou mal o Cassiano. Rivalizando com o Maranhão.
Time
ganha jogo, diretoria ganha campeonato. Sem medo do próximo jogo,
limpou os cartões de cinco jogadores. Preocupa-me o Deola. Não sei
se tem dois ou um cartão.
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