FortalezaEC
2 X 0 Guarani (Juazeiro)
Em
função das suspensões automáticas por cartão amarelo e para
poupar alguns jogadores, que enfrentam grande maratona de jogos, o
Leão jogou sem nove titulares.
O
time jogou com Deola, Auremir, Genilson, Max Oliveira e Bruno.
Vinícius Hess, Dudu Cearense, Maranhão e Laertes. Cássio
e Cassiano.
Nos
15 primeiros minutos o Leão atacou incessantemente, tocando rápido
e jogando aberto, com o Laertes pela direita e o Cassiano pela
esquerda.
Como
consequência fez um gol logo, numa jogada pela direita, com troca de
passes entre Auremir, Laertes e Maranhão. Cruzamento do Maranhão e
gol de cabeça do Cássio.
Com
o gol o Leão se acomodou, recuando os laterais, esperando o Guarani
se abrir.
Ocorre
que o Guarani jogava para não ser goleado, pois contava com uma
vantagem de sete gols de saldo para o Maranguape.
Mesmo
com essa situação o jogo deveria ser mais fluente. Ocorre que o
Maranhão e o Cassiano estavam terríveis.
Do
Maranhão não espero nada. O que vier é lucro. Um jogador
profissional que não sabe se posicionar, dominar uma bola, dar um
passe ou chutar e cabecear é um problema sério.
Ainda não entendo sua escalação ou entradas no decorrer dos jogos.
Excetuando-se
o cruzamento, além de não fazer nenhuma jogada produtiva, o
Maranhão foi responsável por vários contra-ataques, mas
do Guarani.
O
Cassiano conseguiu endurecer a disputa de pior jogador com o
Maranhão.
Enquanto
o Leão ficou rodando a bola e pressionando, o Laertes teve boa
participação pela direita. Depois do gol e sem apoio do Auremir, a
situação complicou-se quando se obrigou a trabalhar com o Maranhão.
Para
o segundo tempo o Leão voltou com uma alteração. O Márcio Diogo
entrou no lugar do Maranhão, indo o Laertes para o meio de campo.
É
notória a diferença do Márcio Diogo para o Maranhão, apesar
de o Márcio Diogo não fazer
nenhuma partida excepcional.
É
uma critica contumaz que faço ao trabalho do Marcelo Chamusca. Ele
se torna escravo do sistema que ele desenvolve.
Desde
o ano passado que ocorre. Alguns jogadores são chaves para o sistema
funcionar: dois laterais que apoiem, bem abertos e constantemente;
dois volantes que, além da capacidade de marcação, tenham a
facilidade de sair para o jogo e dois atacantes que joguem abertos e
voltem na marcação.
Acredito
que nas duas disputas que fez ano passado, sofreu no cearense porque
o Waldison estava machucado na final do cearense e o Edinho estava
machucado no mata-mata contra o Macaé, viveu
esta situação.
Qual
a solução adotada pelo Chamusca? Em ambos os casos tentou adaptar
alguém para fazer o mesmo papel. O problema é a característica
individual e a qualidade técnica do
substituto.
Sem
entrar na mente do Chamusca, creio que o time ideal, com o atual
elenco, seria: Deola, Tinga, Lima, Adalberto e Wanderson. Vinícius
Hess, Correa, Dudu Cearense, Daniel Sobralense e Éverton, com Lúcio
Maranhão jogando centralizado.
O
problema reside na ausência do Éverton ou Daniel Sobralense. Quem
substitui?
O
mais razoável, acredito, seria uma alteração na forma de jogar.
Por
exemplo, para o jogo contra o Sport, onde não jogarão Vinícius,
Cassiano e Daniel Sobralense,
jogaria com Deola, Tinga, Lima, Adalberto e Wanderson. Comporia um
meio de campo com Auremir aberto pela direita, cobrindo a passagem do
Tinga, Correa centralizado e Jéferson
pela esquerda, fechando e cobrindo a passagem do Wanderson. Colocaria
a frente destes três
volantes o Dudu Cearense pela direita e Éverton pela esquerda,
mantendo o Lúcio
Maranhão centralizado.
De
posse da bola teria o avanço dos dois laterais e do Correa, formando
uma linha de cinco com a composição do Dudu e Éverton.
É
bem interessante a atual forma do FortalezaEC jogar, mas temos de nos
prevenir para a ausência de algum jogador, e normalmente o
substituto tem outras características.
Ainda
não comentei, mas o jogo foi horroroso.
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