Botafogo
0 X 1 FortalezaEC
O
Leão jogou com: Deola; Tinga, Lima, Adalberto, Wanderson; Pio
(Auremir), Correa, Vinicius, Éverton; Daniel Sobralense (Cassiano) e
Lucio Maranhão (Samuel). Técnico: Marcelo Chamusca.
Confesso
que o jogo foi ruim.
O
Leão estava de ressaca do cearense e foi tentando se garantir e
empatar. Não gosto disso, mas compreendo a situação
humana dos jogadores.
Algumas
coisas incomodam em nosso treinador. Algumas teimosias, que beiram a
religião. Uma
delas é
a tentativa de manter o mesmo esquema com jogadores diferentes.
Jogadores com características diferentes.
O
Vinícius
Hess lembra muito o futebol do Alberto, volante dos anos 80/90 e
vindo da base. Sem aparecer, faz um jogo eficiente, atuando na
proteção e na distribuição do jogo.
O
Correa lembra muito o Frasson quando comandou Leão no início dos
anos 2000. Lamento que a opção
de nosso treinador esteja limitando o potencial do Correa.
O
Pio é um jogador apenas
regular, para compor elenco,
mas o papel que ele exerce pela direita seria exercido de maneira
mais eficaz pelo Correa.
Nesse
jogo o Chamusca prendeu os dois laterais, fez o Pio ocupar o espaço
que seria do lateral e centralizou as ações do Correa, ficando o
Éverton como o jogador fazendo as jogadas pela esquerda.
O
Daniel flutuava, voltando para compor, enquanto o Lúcio Maranhão
ficava de boi
de piranha,
centralizado e brigando com os zagueiros e volantes
O
jogo transcorria
modorrento até que o Correa foi responsável pela cobrança de falta
pela meia direita. Bola rebatida e retorna para o Correa, que cruza
com capricho
e
gol.
Excetuando
as faltas
e agressões não coibidas pela arbitragem, não vi mais nada.
O
Leão não
queria jogar. Queria não perder e acabou premiado com a vitória.
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