Icasa
3 X 1 Fortaleza e Fortaleza 3 X 1 Icasa
Consegui assistir ao jogo apenas a partir dos 25 minutos do primeiro
tempo.
Um jogo sem muitas emoções, mas interessante para o FEC que assim o
fosse, afinal era o primeiro jogo da semifinal com o Leão jogando na
casa do adversário.
Jogo cozinhado e, num vacilo do Icasa, pênalti e gol do Waldison
para o Leão. Ainda há tempo para o Marcelinho Paraíba perder um
gol cara-a-cara com o goleiro.
O Evandro é o tipo do jogador que não cheira e não fede. Não faz
diferença. O que fazia diferença era a ausência do Edinho pelo
terceiro cartão amarelo.
Coisas dessa nossa péssima e fraca arbitragem.
No jogo anterior contra o ceara, vítima de caçada por parte de
jogadores alvinegros, com faltas consecutivas, leva o terceiro
amarelo.
Impressionante como a arbitragem erra contra o Leão. Como são
pacientes para com atletas do ceará, que sistematicamente fazem
faltas graves e não são advertidos com cartão. Parece que há
critérios diferentes.
Cada um tem sua filosofia. Alguns treinadores não gostam de alterar
o time no intervalo, principalmente se acredita que o time fez um bom
primeiro tempo. Acredito que cada jogo tenha sua estória e não há
receita pronta.
Não consegui ver nada demais no Evandro. Teria feito outra conta.
Estou ganhando na casa do adversário. Ele virá com tudo para cima.
Qual a ideia? Povoar o meio de campo e buscar matar o jogo no
contra-ataque.
Voltaria com o guto para o segundo tempo no lugar do Evandro,
liberando Paraíba, Waldison e Robert para o contra-ataque.
Aí o impensável começa a acontecer. Aos 3 minutos, numa falta mal
cobrada, a bola sobra na frente da área e o jogador do Icasa acerta
um “chutaço”, daqueles que não acontecem todos os dias.
O Leão sente. Noutra falta, a bola meio que cruzada e chutada, o
Eduardo Luiz na tentativa de tirar faz contra.
O Chamusca tenta mexer no time, mas o time está apático e atônico.
O Correa perde a bola no ataque e o Canga carrega a bola por todo o
campo e consegue acertar outro chute improvável fazendo o terceiro
gol.
O Leão tenta reagir e consegue manter a escrita chutando outra bola
na trave.
Ontem, no jogo da volta, vi o Leão que me fez apaixonar.
Num jogo de um time só, encurralou o Icasa, jogando com garra e
determinação.
No primeiro tempo poderia ter saído com 3 X 0 no mínimo. Bola na
trave, goleiro que defende sem ver a bola (bateu no rosto) e defesa
no susto numa cabeçada fulminante do Edinho.
Taticamente o único senão é o posicionamento pela direita.
Continuo defendendo que o Edinho teria de se posicionar mais aberto
pela direita, de forma a permitir jogo com o Cametá.
Com o Edinho mais aberto, o lateral esquerdo e o volante tem de ter
atenção, não podendo ir em auxílio da zaga. Permite fazer o
dois-um com o Cametá e afunilar para uma definição.
Com a presença do Waldison jogando aberto pela esquerda, acredito
que seria importante a fixação do Robert entre os zagueiros.
Com um losango assim desenhado (Paraíba, Edinho, Robert e Waldison),
a equipe adversária teria de cobrir toda a largura do campo ocupando
cinco jogadores. Com o avanço de um lateral e a chegada do Walfrido
há a condição de exercer uma forte pressão.
Boa partida do Waldison pela esquerda. Ótima partida do Edinho. O
Robert fazendo seu papel (2 gols) e o Marcelinho na média, sempre
boa.
Cametá mais incisivo e Radar com boa partida, mas com cruzamentos
defeituosos.
Não adianta falar dos goleiros do Fortaleza.
Durante alguns minutos após o terceiro gol, veio a mente o jogo
contra o Sampaio. O Icasa foi para o tudo ou nada e o Fortaleza ficou
na base do chutão.
Chute para frente e o Icasa novamente vinha para cima.
Parece que alguém deu um grito e colocou-se a bola no chão e
passou-se a ser efetivo. Começou-se a organizar o contra-ataque,
noutras vezes ficou-se cozinhando o jogo e deixando o tempo passar.
Espero que a diretoria tenha bom senso e não aceite esses juízes
fracos do quadro da FCF.
Ontem um maluco quase apronta. O Icasa fez gato e sapato. Fez cera.
Ou ele não descontou o tempo da parada técnica ou não deu
acréscimo pela cera feita pelo Icasa.
No segundo, depois de muita cera, o Icasa tem pressa depois do gol. O
que faz esse árbitro maluco, inventa dois minutos a mais além dos
acréscimos normais. Como posso beneficiar a quem mais cometeu o
antijogo.
Sei que a ansiedade afeta a coordenação, mas naquela jogada que
ocasionou a falta no final do jogo o Adalberto e o Max subiram juntos
na bola e perderam o tempo e o Eduardo Luiz foi imprudente na
“arregaçada”.
É preciso ter um melhor controle emocional.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por contribuir com seu comentário. O mesmo será liberado após a moderação.