segunda-feira, 14 de abril de 2014

Icasa 3 X 1 Fortaleza e Fortaleza 3 X 1 Icasa

Icasa 3 X 1 Fortaleza e Fortaleza 3 X 1 Icasa

Consegui assistir ao jogo apenas a partir dos 25 minutos do primeiro tempo.
Um jogo sem muitas emoções, mas interessante para o FEC que assim o fosse, afinal era o primeiro jogo da semifinal com o Leão jogando na casa do adversário.
Jogo cozinhado e, num vacilo do Icasa, pênalti e gol do Waldison para o Leão. Ainda há tempo para o Marcelinho Paraíba perder um gol cara-a-cara com o goleiro.
O Evandro é o tipo do jogador que não cheira e não fede. Não faz diferença. O que fazia diferença era a ausência do Edinho pelo terceiro cartão amarelo.
Coisas dessa nossa péssima e fraca arbitragem.
No jogo anterior contra o ceara, vítima de caçada por parte de jogadores alvinegros, com faltas consecutivas, leva o terceiro amarelo.
Impressionante como a arbitragem erra contra o Leão. Como são pacientes para com atletas do ceará, que sistematicamente fazem faltas graves e não são advertidos com cartão. Parece que há critérios diferentes.
Cada um tem sua filosofia. Alguns treinadores não gostam de alterar o time no intervalo, principalmente se acredita que o time fez um bom primeiro tempo. Acredito que cada jogo tenha sua estória e não há receita pronta.
Não consegui ver nada demais no Evandro. Teria feito outra conta. Estou ganhando na casa do adversário. Ele virá com tudo para cima. Qual a ideia? Povoar o meio de campo e buscar matar o jogo no contra-ataque.
Voltaria com o guto para o segundo tempo no lugar do Evandro, liberando Paraíba, Waldison e Robert para o contra-ataque.
Aí o impensável começa a acontecer. Aos 3 minutos, numa falta mal cobrada, a bola sobra na frente da área e o jogador do Icasa acerta um “chutaço”, daqueles que não acontecem todos os dias.
O Leão sente. Noutra falta, a bola meio que cruzada e chutada, o Eduardo Luiz na tentativa de tirar faz contra.
O Chamusca tenta mexer no time, mas o time está apático e atônico.
O Correa perde a bola no ataque e o Canga carrega a bola por todo o campo e consegue acertar outro chute improvável fazendo o terceiro gol.
O Leão tenta reagir e consegue manter a escrita chutando outra bola na trave.

Ontem, no jogo da volta, vi o Leão que me fez apaixonar.
Num jogo de um time só, encurralou o Icasa, jogando com garra e determinação.
No primeiro tempo poderia ter saído com 3 X 0 no mínimo. Bola na trave, goleiro que defende sem ver a bola (bateu no rosto) e defesa no susto numa cabeçada fulminante do Edinho.
Taticamente o único senão é o posicionamento pela direita.
Continuo defendendo que o Edinho teria de se posicionar mais aberto pela direita, de forma a permitir jogo com o Cametá.
Com o Edinho mais aberto, o lateral esquerdo e o volante tem de ter atenção, não podendo ir em auxílio da zaga. Permite fazer o dois-um com o Cametá e afunilar para uma definição.
Com a presença do Waldison jogando aberto pela esquerda, acredito que seria importante a fixação do Robert entre os zagueiros.
Com um losango assim desenhado (Paraíba, Edinho, Robert e Waldison), a equipe adversária teria de cobrir toda a largura do campo ocupando cinco jogadores. Com o avanço de um lateral e a chegada do Walfrido há a condição de exercer uma forte pressão.
Boa partida do Waldison pela esquerda. Ótima partida do Edinho. O Robert fazendo seu papel (2 gols) e o Marcelinho na média, sempre boa.
Cametá mais incisivo e Radar com boa partida, mas com cruzamentos defeituosos.
Não adianta falar dos goleiros do Fortaleza.
Durante alguns minutos após o terceiro gol, veio a mente o jogo contra o Sampaio. O Icasa foi para o tudo ou nada e o Fortaleza ficou na base do chutão.
Chute para frente e o Icasa novamente vinha para cima.
Parece que alguém deu um grito e colocou-se a bola no chão e passou-se a ser efetivo. Começou-se a organizar o contra-ataque, noutras vezes ficou-se cozinhando o jogo e deixando o tempo passar.
Espero que a diretoria tenha bom senso e não aceite esses juízes fracos do quadro da FCF.
Ontem um maluco quase apronta. O Icasa fez gato e sapato. Fez cera. Ou ele não descontou o tempo da parada técnica ou não deu acréscimo pela cera feita pelo Icasa.
No segundo, depois de muita cera, o Icasa tem pressa depois do gol. O que faz esse árbitro maluco, inventa dois minutos a mais além dos acréscimos normais. Como posso beneficiar a quem mais cometeu o antijogo.
Sei que a ansiedade afeta a coordenação, mas naquela jogada que ocasionou a falta no final do jogo o Adalberto e o Max subiram juntos na bola e perderam o tempo e o Eduardo Luiz foi imprudente na “arregaçada”.

É preciso ter um melhor controle emocional.

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